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PRESIDENTE GILDA GALEAZZI, DO MTG NÃO CONCORRE A REELEIÇÃO E INDICA SUCESSORA

Publicada em 09/10/20 as 10:36h por Rádio de Pátria e Querência - 13 visualizações

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 (Foto: Rádio de Pátria e Querência)

Boa noite , amigos e amigas

Peço um pouco do tempo de vocês para comunicar uma decisão importante que tomei, conjuntamente com meus familiares e companheiros de diretoria do MTG: seguindo expressa recomendação médica, não irei concorrer a um novo mandato na presidência do movimento. Durante a pandemia, permaneci a maior parte do tempo em minha casa, na cidade de Passo Fundo, não apenas por fazer parte do grupo de risco, mas também para realizar, da melhor forma, meu tratamento para controlar a arritmia cardíaca que me acomete.

Para a continuidade de nosso trabalho, indiquei a minha amiga e coordenadora da 21ª RT, Silvania Affonso, 47 anos, mãe e avó. Uma  mulher guerreira, combativa, de um coração gigante. Como agropecuarista na cidade de Jaguarão, ajuda a administrar uma propriedade rural centenária, referência em pecuária de corte. Para a minha felicidade, Silvania, que é formada em pedagogia, aceitou essa tarefa e trabalha na formação de seu grupo de trabalho, reafirmando nosso compromisso de valorização das nossas bases e abrindo, cada vez mais, as portas de nosso movimento à sociedade.

O que não significa que Silvânia deixará de administrar a nossa federação do seu jeito, criando um programa próprio e inclusive, corrigindo e melhorando aspectos da gestão, alguns dos quais prejudicados em função das limitações impostas pela pandemia. O isolamento, por exemplo, não permitiu a nossa tão sonhada interiorização da administração e também atrasou a divulgação dos balancetes de despesas e receitas (o que deve ocorrer nos próximos dias), pois exigia o trabalho presencial de conselheiros fiscais, alguns no grupo de risco. Tenho muito orgulho do trabalho que estamos realizando. 

Nunca o nosso movimento teve tanta visibilidade, seja pelas ações sociais das entidades e eventos online realizados ao longo desse longo isolamento, mas também por ter se tornado protagonista na tomada de decisões na área cultural, como elaboração de cartilhas de retomada das atividades e projetos para a liberação de recursos para as entidades. Fomos notícia em veículos de comunicação que antes só nos davam visibilidade em setembro. Trabalhamos a  inclusão, organizamos concursos de vaca parada, gineteadas, resgatamos nossos festival nativista e  abrimos as portas de nossos galpões virtuais para transmitir eventos das entidades. 

Nesses oito meses, atraímos as atenções do Governo Federal, que se mostrou interessado em investir em nossa cultura. Em uma construção que começou ainda em 2019, ajudamos a conseguir  R$ R$ 4.7 milhões em emendas parlamentares, cujos pagamentos já foram liberados, e estamos realizando um trabalho para garantir verbas para 2021. Esta semana, inclusive, participamos, pela primeira vez, da reunião anual da bancada federal gaúcha, apresentando  nossas demandas, ao lado de lideranças de todo o estado. 

Porém, chamo a atenção para os nossos grupos de trabalho criados para dar assistência às entidades na busca por recursos da Lei Aldir Blanc: é o cumprimento de uma das nossas principais promessas de campanha: fazer valer as anuidades pagas pelas entidades, através deste tipo de retorno. Projetos importantes de fomento às nossas entidades estão sendo preparados, graças a essa assistência. Perdemos as contas das reuniões regionais das quais participaram nossos vice-presidentes para trocar ideias e ouvir reivindicações.

Na Campeira e na Artística, as decisões têm sido democráticas. Pela primeira vez, o diretor do Departamento de Narradores foi eleito pelos seus pares. Lembro, ainda,  do episódio em que permitimos que o grupo de finalistas do festival Cante e Encante decidisse, por maioria, pela eliminação ou não de um concorrente. Em julho, quando a secretaria da Agricultura alterou as regras para o uso de Guias de Trânsito Animal, entramos em contato com o secretário da Agricultura, para intervir em favor de nossos campeiros. A promessa, feita em uma live naquele mesmo dia, foi cumprida: o governo voltou a desobrigar o uso da guia em cavalgadas locais.

Isso é lutar pelos nossos, é entender que nossa prioridade tem que ser os interesses das entidades filiadas. Ainda há muito por fazer até entregarmos o cargo em fevereiro, e, claro, muito pode ser melhorado na próxima gestão. E esse será um compromisso da nossa querida Silvânia, tenho a certeza. A partir da próxima semana, cederei esta página para que a minha amiga prepare seu terreno para a empreitada que se aproxima, contando, sempre, com o meu total apoio. Seguiremos trabalhando com afinco.

Um abençoada noite a todos

Gilda Galeazzi

Presidente do MTG






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