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Cantores Nativistas

César Oliveira

Publicada em 25/06/18 as 15:06h por Rádio de Pátria e Querência - 33 visualizações


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 (Foto: Rádio de Pátria e Querência)

Um filho da fronteira, César Oliveira, o caçula dentre três irmãos, nasceu em 8 de dezembro de 1969 em Itaqui, cidade gaúcha que faz divisa com a Argentina. Porém, foi em São Gabriel, para onde mudou-se aos dois anos e meio de idade, que viveu as melhores lembranças da infância e adolescência e onde iniciou a formação escolar e cultural, desenvolvida em CTGs.

 

César saiu aos seus. Assim como os pais Antônio e Terezinha que formavam uma dupla e participavam de programas de rádio ou programas de auditório, nasceu para cantar. Por influência deles, cresceu escutando diversos ritmos e elegeu os de folclore, que retratam os costumes de um povo, como os preferidos. É grande apreciador de Chacareras, Polcas, Chamarras, Vaneiras, Rancheiras, Tangos.

 

Anos 80

Aos 13 anos começa a aprender - com alguns ensinamentos básicos do irmão mais velho, Sandro - a tocar violão. Aos 14 ganha o primeiro violão, um presente da mãe. Aos 17, passa a fazer parte de invernadas artísticas em São Gabriel como violonista, o que lhe propiciou, mais tarde, o convite para integrar o "Grupo Tupambaé", formação musical dedicada a divulgar a cultura rio-grandense. Aos 20 anos perde a mãe e sente-se desmotivado a continuar carreira.

Depois de algum tempo retirado do cenário musical retorna ao meio nativista incentivado pelo amigo, doutrinador e parceiro Edilberto Teixeira. Se inscreve em festivais, ainda como amador e inicia um novo ciclo. No final da década de oitenta tem a primeira música - "Sina Estradeira" - gravada no disco "1ª Carreteada da Cançao Nativa de São Gabriel". Este foi o impulso que faltava. Passou a participar de modo mais ativo dos festivais, percebendo-os como a vitrine capaz de alavancar a carreira além fronteiras.

 

Anos 90

Em 1990 integra o grupo folclórico "Os Chimangos", de Caçapava do Sul, e a após cinco anos de permanência sai em turnê com o grupo e percorre cidades da Europa. A partir de 1995 César percebeu a necessidade de se preparar para, mais tarde, oficializar-se como músico profissional. Ficou próximo de grandes poetas e conquistou grandes amigos. Dentre eles, Enio Medeiros, compositor e instrumentista, com o qual fez parceria profissional e Rogério Villagran, poeta de referência e até hoje um de seus principais parceiros musicais.

 

Em 1997 lança o primeiro trabalho solo, chamado "Com a Alma Presa na Espora" (Gravadora Allegreto, de São Paulo). Este CD serviu para definir o estilo e marca como representante da música crioula.

 

Em 1998, ainda pela mesma gravadora, traz ao público o segundo CD da carreira, intitulado "Na Hora do Amargo". Neste, as letras são de Roberto Huerta de Caçapava do Sul. Já em 99 assina com a Gravadora ACIT, que até hoje lança seus trabalhos, e lança o terceiro CD, "Coplas de Andarengo".

 

Anos 2000 - atualidade

No 4° CD da carreira, "De Campo e Alma", César inaugura uma parceria que tinha tudo para dar certo. Ainda como um convidado especial, o amigo de infância Rogério Melo canta em dueto com César a música "Machaço Confronto". A consolidação deles como dupla se deu apenas alguns anos depois, após novas participações de Rogério em trabalhos do amigo.

Em 2001, César se muda para Porto Alegre e lança o CD "Na Boca da Noite", onde dividiu com Rogério os versos da composição "Sob As Mangas do Aguaceiro". Em maio de 2002, encerra o CD "Lá na Fronteira" cujo nome também se destina a principal música do disco, novamente dividida com Rogério. Neste as letras são do poeta Anomar Danúbio Vieira, de Santana do Livramento.

Em novembro de 2002, César Oliveira e Rogério Melo finalmente firmam a dupla. Como marca do início do dueto fica o CD "Das Coisas Simples da Gente" e a música, "Pra Bailar de Cola Atada", que trouxe aos palcos a alegria e riqueza do cancioneiro campeiro do Rio Grande do Sul. Desde então, César e Rogério gravaram no total 13 CDs e hoje são consagrados por esta união de estilos e personalidades complementares.

Além de assinar a direção artística da discografia do dueto, César tem se dedicado também a produzir outros artistas, e assim foi com o CD/DVD Festchê 3, Marcello Caminha, Jairo Lambari Fernandes, Alfredo Neto e Cristiano Quevedo. Recentemente abriu o Estúdio Bah, em Eldorado do Sul, onde tem concentrado suas atividades de produção e também onde foram gravados os últimos álbuns do dueto.




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