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EDITORIAL: Quem tem medo de novas mentes pensantes no tradicionalismo?

Publicada em 25/06/18 as 14:22h por Nairo Calegaro - Presidente do MTG - 28 visualizações


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Presidente MTG  (Foto: Rádio de Pátria e Querência)
Quem tem medo de novas mentes pensantes no tradicionalismo?

Muitas vezes em nossas vidas nos deparamos em conflitos pessoais, conflitos no meio em que vivemos, conflitos oriundos de uma sociedade que se encontra mergulhada em incertezas e injustiças. Julgamos e determinamos algumas verdades e entendemos que sejam para todos,  quando na verdade estão pautadas em interesses de pequenos grupos, de poucos.

Seguimos obstinados em convicções tão fortes que não nos apercebemos destes movimentos, enquanto estes são capazes de absorver nosso querer e nossa energia de seguir em frente. Os conceitos e demonstrações de comportamento em redes sociais não demonstram a verdadeira atitude de um indivíduo ou de um grupo por ele representado. São apenas movimentos que trazem interesses de manipulação e direcionamento de uma determinada instituição ou de um grupo de indivíduos.
O medo tem sido o grande divisor de águas na sociedade para consolidar mudanças capazes de revigorar e transformar o meio em que vivemos. Viver sob o jugo destes medos não cabe mais nesta sociedade que busca uma verdadeira e profunda mudança.
Dizer que temos problemas, que as coisas "não estão bem", que "não andam bem", faz parte da composição e a tentativa de imposição destes medos, para que a sociedade não se aperceba de que é capaz de movimentar-se em outra direção. Escolher um caminho mais tranquilo, aberto e receptivo a todas as mentes pensantes do tradicionalismo, com imposição do coletivo sobre o individual, este é o grande desafio.

Quando as mudanças chegam, seja de forma comportamental, social, de atitudes, de posturas, de alguns conceitos, isto em um primeiro momento pode parecer desconstruir antigos sistemas, mas na verdade é consolidar novas ideias, novos caminhos, modelos capazes de preservar a essência de nosso tradicionalismo, do seu início, dos primeiros passos e modelos estabelecidos em nossa organização, de acordo ao momento social em que vivemos. Feitas estas colocações analiso e trago à luz de todos conflitos pessoais que envolvem nosso querer por este movimento, nos surgem dúvidas de até onde podemos e devemos ir, implementar e lutar contra questões que privilegiam interesses de pequenos grupos. 
 
Então buscamos força, coragem, equilíbrio e acima de tudo discernimento para continuarmos nesta caminhada. Vários sentimentos transitam e nossos pensamentos nos fazem refletir em todas estas questões. Todos estes conflitos são inerentes de nossa convivência social, mas devemos praticar como um processo que começa na nossa percepção e termina com a adoção de uma ação adequada e positiva.
Esta é a grande transformação, em aceitarmos, entendermos e provocarmos estas condições adequadas de mudanças. O próprio mentor do movimento organizado, Paixão Cortes, nos diz: "aquela época tínhamos um momento social, hoje a realidade é outra". Isto gera um conflito e certas invenções e modernismos que não se ajustam com aquilo que chamamos de  "tradicional".

Mas, enfim, os conflitos estão para serem solucionados e o movimento deve ser o grande norteador e catalizador destes processos de ajustes. Que tenhamos coragem e vontade de superação para continuarmos nesta caminhada. 


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